Banco Elegbá
madeira em técnica shou sugi ban e latão

R$ 42.725,00

Banco Elegbá, de Dan Azvdo: madeira maciça e latão revelam força ancestral. Um assento-escultura que une ritual, design autoral e presença.
  • Madeira maciça em tecnica shou sugi ban
  • Transformação de matéria em significado
  • Passagem e Presença

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Dan Azvdo é designer e curador brasileiro cuja prática transita entre o rigor do desenho, a densidade simbólica da matéria e uma leitura crítica da cultura contemporânea. Sua trajetória profissional se constrói a partir de mais de duas décadas de atuação no mercado de design, mobiliário e decoração de alto padrão, onde ocupou posições estratégicas em gestão, curadoria, desenvolvimento de produtos e relacionamento com marcas, arquitetos e designers. Essa vivência consolidada no universo comercial não se apresenta como contraponto ao seu trabalho autoral, mas como base estrutural. É a partir desse domínio técnico, produtivo e mercadológico que Dan desenvolve um design consciente, preciso e profundamente intencional — onde cada escolha formal carrega uma decisão ética, estética e narrativa. Seu trabalho autoral emerge como um processo de escavação: da memória pessoal, das heranças familiares, das matrizes culturais brasileiras e das tensões históricas que atravessam o território. As coleções assinadas por Dan Azvdo não se limitam à função do objeto; elas operam como sistemas simbólicos. Madeira carbonizada, latão, encaixes estruturais aparentes e geometrias contidas tornam-se linguagem — matéria que fala de tempo, resistência, apagamento e permanência. A visão estética de Dan se apoia no silêncio, na contenção e na força do essencial. Influenciado por arquiteturas históricas, saberes ancestrais, pensamento curatorial e processos artesanais, seu design evita o excesso e recusa o ornamento gratuito. Cada peça nasce de uma pesquisa conceitual profunda, onde forma e estrutura são indissociáveis do discurso que sustentam. Como curador, Dan Azvdo atua na construção de narrativas visuais e conceituais, aproximando o design de campos como a arte, a arquitetura, a memória social e a museologia. Seu olhar curatorial orienta tanto exposições quanto coleções, entendendo o objeto como portador de significado cultural e não apenas como produto. No encontro entre mercado e autoria, técnica e poesia, Dan Azvdo constrói um corpo de trabalho coerente e contínuo. Um design brasileiro contemporâneo que não busca respostas rápidas, mas propõe permanência — objetos que existem para além do uso imediato, instaurando presença, reflexão e memória.
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.
SKU: BAEL01 Categoria: Bancos Tags: , ,
Descrição

O Banco Elegbá, de Dan Azvdo, é uma peça-síntese dentro do percurso autoral do designer — um objeto que nasce menos da função imediata e mais da necessidade simbólica de afirmar presença, memória e travessia.

Elegbá, entidade associada ao movimento, à abertura de caminhos e à comunicação entre mundos, surge aqui como metáfora estrutural. O banco não se apresenta como assento passivo, mas como ponto de passagem: um corpo material que sustenta, ancora e, ao mesmo tempo, provoca deslocamento. Seu desenho é contido, essencial, quase ritualístico, revelando a intenção de reduzir a forma ao que é estruturalmente e simbolicamente indispensável.

A madeira maciça carbonizada — trabalhada a partir da técnica shou sugi ban — carrega no próprio corpo a ideia de apagamento e permanência. A queima não é apenas acabamento: é gesto crítico, evocando a anulação histórica de narrativas ancestrais e, simultaneamente, a resistência do material que permanece após o fogo. O latão polido surge como contraponto preciso: um elemento de tensão visual e simbólica, associado ao valor, ao sagrado e àquilo que atravessa o tempo sem perder potência.

No Banco Elegbá, não há excesso, ornamento gratuito ou concessão estética. Cada encaixe, cada encontro entre planos, responde a uma lógica construtiva rigorosa, em diálogo direto com saberes tradicionais e uma leitura contemporânea do design autoral brasileiro. A peça assume uma postura quase escultórica, operando na fronteira entre mobiliário, objeto ritual e manifesto material.

Inserido na Coleção Origem, o Banco Elegbá reafirma a investigação de Dan Azvdo sobre ancestralidade, memória e matéria como linguagem. É um objeto que não busca apenas servir, mas significar — convidando quem o encontra a compreender o design como território de escuta, de história e de reconexão com aquilo que sustenta os caminhos antes mesmo de serem trilhados.

Banco Elegbá foi selecionado para integrar a DW!SP de 2026 e apresentado ao público na exposição Impermanência, integrante do circuito oficial da mostra.

Informação adicional

Classificação

Marca
Designer
Origem Nacional
Prêmios

Uso

Condições de uso
Frequencia de uso
Região
Faixa etária Adulto (13 anos ou mais)
Manutenção do produto Limpar semanalmente com pano seco para remover acúmulo de impurezas.
Restrições de uso Evitar contato com substâncias ácidas (ex.: vinagre, limão, vinho, acetona), pois podem manchar ou danificar a superfície do produto., Evitar quedas, choques ou impactos., Evitar umidade excessiva no produto, secar imediatamente., Não apoiar ou colocar objetos quentes diretamente no produto, Não molhar

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Sob encomenda Produto com condição especial de venda. Sem direito a troca ou devolução (Art. 49 e 18 CDC).
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Estado Novo

Instalação

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Material

Material
Acabamento do material Brilhante, Envernizado, Natural

Embalagem

Peso 60 kg
Dimensões 180 × 45 × 53 cm
Onde encontrar

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Guia de tamanho
Tamanho Largura (cm) Comprimento / Profundidade (cm) Altura / Espessura (cm)
Padrão 45 180 53
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Sobre dan azvdo
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.