Banco Raízes - Onilé
em madeira carbonizada e latão

R$ 13.687,50

Banco Raízes Onilé, de Dan Azvdo: matéria em estado ancestral. Madeira e latão ancoram o corpo ao chão, evocando origem, força e permanência.
  • Madeira Maciça
  • Técnica shou sugi ban
  • Design Autoral

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Dan Azvdo é designer e curador brasileiro cuja prática transita entre o rigor do desenho, a densidade simbólica da matéria e uma leitura crítica da cultura contemporânea. Sua trajetória profissional se constrói a partir de mais de duas décadas de atuação no mercado de design, mobiliário e decoração de alto padrão, onde ocupou posições estratégicas em gestão, curadoria, desenvolvimento de produtos e relacionamento com marcas, arquitetos e designers. Essa vivência consolidada no universo comercial não se apresenta como contraponto ao seu trabalho autoral, mas como base estrutural. É a partir desse domínio técnico, produtivo e mercadológico que Dan desenvolve um design consciente, preciso e profundamente intencional — onde cada escolha formal carrega uma decisão ética, estética e narrativa. Seu trabalho autoral emerge como um processo de escavação: da memória pessoal, das heranças familiares, das matrizes culturais brasileiras e das tensões históricas que atravessam o território. As coleções assinadas por Dan Azvdo não se limitam à função do objeto; elas operam como sistemas simbólicos. Madeira carbonizada, latão, encaixes estruturais aparentes e geometrias contidas tornam-se linguagem — matéria que fala de tempo, resistência, apagamento e permanência. A visão estética de Dan se apoia no silêncio, na contenção e na força do essencial. Influenciado por arquiteturas históricas, saberes ancestrais, pensamento curatorial e processos artesanais, seu design evita o excesso e recusa o ornamento gratuito. Cada peça nasce de uma pesquisa conceitual profunda, onde forma e estrutura são indissociáveis do discurso que sustentam. Como curador, Dan Azvdo atua na construção de narrativas visuais e conceituais, aproximando o design de campos como a arte, a arquitetura, a memória social e a museologia. Seu olhar curatorial orienta tanto exposições quanto coleções, entendendo o objeto como portador de significado cultural e não apenas como produto. No encontro entre mercado e autoria, técnica e poesia, Dan Azvdo constrói um corpo de trabalho coerente e contínuo. Um design brasileiro contemporâneo que não busca respostas rápidas, mas propõe permanência — objetos que existem para além do uso imediato, instaurando presença, reflexão e memória.
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.
SKU: BAON01 Categoria: Bancos Tags: , ,
Descrição

O Banco Raízes Onilé, criado por Dan Azvdo, é uma peça que nasce do chão. Literal e simbolicamente. Seu desenho parte da ideia de enraizamento — da relação profunda entre corpo, matéria e território — e se afirma como um objeto que sustenta, ancora e conecta.

Onilé, palavra de origem iorubá associada à terra como entidade viva, orienta todo o pensamento da peça. O banco não é apenas um assento, mas um gesto escultórico que reconhece o chão como origem de tudo: da matéria-prima, do fazer manual, do corpo que se apoia e do tempo que atravessa o objeto. Aqui, sentar é um ato de reconhecimento da base, daquilo que sustenta a existência.

Formalmente, o Banco Raízes Onilé apresenta volumes densos e proporções firmes. Seu desenho evita ornamentos e soluções decorativas. Cada elemento responde a uma lógica estrutural clara, onde o peso visual e físico é parte essencial da experiência. A madeira — protagonista absoluta — é tratada como corpo vivo, preservando veios, marcas e variações naturais, assumidas como linguagem e não como imperfeição.

O latão surge como elemento de equilíbrio e condução. Presente de forma precisa, atua como eixo simbólico e estrutural, criando pontos de tensão que organizam a composição. Seu brilho contido dialoga com a opacidade da madeira, estabelecendo um contraste silencioso entre terra e metal, entre bruto e refinado, entre permanência e transformação.

O Banco Raízes Onilé integra um pensamento mais amplo no trabalho de Dan Azvdo: a investigação da ancestralidade como força contemporânea. Não se trata de revisitar o passado de forma literal, mas de compreender os saberes ancestrais — construtivos, simbólicos e espirituais — como tecnologias ativas, capazes de gerar objetos conscientes, duráveis e carregados de sentido.

No espaço, o banco se impõe com presença escultórica. Pode ocupar ambientes residenciais, galerias ou projetos institucionais como um ponto de pausa e contemplação. Sua função ultrapassa o uso imediato: ele organiza o espaço, cria ritmo e estabelece uma relação direta entre o corpo e o chão.

Raízes Onilé é um banco que não flutua. Ele pertence à terra. Sustenta com firmeza, comunica com silêncio e carrega em sua materialidade a ideia de origem como fundamento. Um objeto que não busca tendência, mas permanência. Um banco que afirma o design como gesto cultural, memória viva e legado.

Informação adicional

Classificação

Marca
Designer
Origem Nacional
Ambiente

Uso

Condições de uso
Frequencia de uso
Região
Faixa etária Adulto (13 anos ou mais)
Manutenção do produto Limpar semanalmente com pano seco para remover acúmulo de impurezas.
Restrições de uso Evitar contato com substâncias ácidas (ex.: vinagre, limão, vinho, acetona), pois podem manchar ou danificar a superfície do produto., Evitar umidade excessiva no produto, secar imediatamente., Não utilizar produtos químicos agressivos, solventes, abrasivos, esponjas ásperas ou álcool, nem métodos de limpeza que possam riscar, manchar ou danificar o acabamento.

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Sob encomenda Produto com condição especial de venda. Sem direito a troca ou devolução (Art. 49 e 18 CDC).
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Estado Novo

Instalação

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Material

Material
Acabamento do material Bruto

Embalagem

Peso 5 kg
Dimensões 45 × 45 × 40 cm
Onde encontrar

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Guia de tamanho
Tamanho 45 45 40
Padrão 45 45 40
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Sobre dan azvdo
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.