Escultura Aqualtune
Princesa do Congo

O preço original era: R$ 14.000,00.O preço atual é: R$ 10.000,00.

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Luiz Marques, é um cenógrafo, figurinista, pintor e escultor brasileiro nascido e criado na cidade do Rio de janeiro e na atualidade morador de São Paulo. Como cenógrafo e figurinista desenvolveu projetos para emissoras de tv, teatro, cinema e publicidade e escolas de samba do eixo Rio/São Paulo. Da necessidade de peças especificas para seus projetos cenograficos surgiu a carreira como artista plástico. Se utilizando de varios recursos e materiais, os adapta e cria novas possibilidades as técnicas utilizadas em suas obras.
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.
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Descrição

Escultura Aqualtune – Princesa do Congo Os Últimos Nômades – Orí

Aqualtune foi uma princesa congolesa escravizada no Brasil e líder quilombola à frente de um dos 11 mocambos do Quilombo dos Palmares, que resistiu ao regime colonial por cerca de 130 anos. De acordo com a tradição Aqualtune teria liderado, em 1665, uma força de dez mil homens na Batalha de Ambuíla (cidade localizada na atual Angola), entre o Reino do Congo e Portugal, e foi capturada com a derrota congolesa. Com seus conhecimentos políticos, organizacionais e de estratégia de guerra, foi fundamental para a consolidação do Quilombo dos Palmares.

Ela foi, segundo a tradição, a mãe de Ganga Zumba e avó materna de Zumbi dos Palmares. De acordo com uma lenda ela teria dado à luz a Ganga Zumba e seus irmãos após ter chegado no Brasil. Porém isso é pouco provável pois ela teria sido enviada ao Brasil no ano de 1665 e cinco anos depois em 1670 Ganga Zumba já era um homem adulto e com três esposas, já sendo o líder do Quilombo dos Palmares. Ou seja tal afirmação deve ter surgido como uma lenda sem respaldo na realidade. A própria existência de Aqualtune como figura histórica é questionável, podendo ter sido uma figura mitológica que teria surgido séculos depois.

Uma celebração à cultura africana em tempos que se vocifera e legitima a catástrofe e a aberração do racismo. É isso que o multifacetado artista, cenógrafo e figurinista carioca Luiz Marques apresenta em sua estréia com a coleção “Os Últimos Nômades – Ori”.

Coleção inspirada na cabeça de bronze de Ifé, Ori Olocum é uma das dezoito esculturas encontradas em escavação em 1938 em Ifé, na Nigéria, centro religioso da cultura Iorubás. Por sua religiosidade firmada por anos no Candomblé e imerso na cultura das festas

afro-brasileiras, trabalhando ao lado de grandes nomes como Joãozinho Trinta, ele nos apresenta essa série de cabeças esculpidas a partir de papelão descartado, material esse muitas vezes fonte de trabalho da população marginalizada das nossas grandes cidades.

Seu trabalho traz à tona uma releitura da beleza ancestral africana, um olhar sobre nós mesmos, do racismo estruturado em nossa sociedade, da apropriação estética africana e como também observamos a nossa comunidade do ponto de vista político. A mulher e o homem, pretos, que carregam o papel descartado pela sociedade privilegiada, do consumo desenfreado, para manter sua subsistência. O ser humano, africano, por mais de 500 anos sendo tratado como pessoa de menor valor pelo estado e sociedade, sendo exposto ao mundo a partir da peculiaridade do material daquilo que subsiste.

Os Últimos Nômades não é somente sobre a beleza, é a proposta do resgate da cultura, um ato político em meio a onda conservadora, racista e xenofóbica que assombra nossa democracia e país. É um alento ao assustador movimento de despolitização das conquistas da população afrodescendente. Esse artista, que tanto ao longo da sua carreira, celebrou as estéticas da cultura africana em seus trabalhos, ascendendo o orgulho desses povos, propõe hoje, a partir do seu olhar, uma reflexão sobre o que estamos aos poucos matando.

Técnica mista em papelão reciclado.

Base feita em concreto.

Tamanho (Largura x comprimento x altura): 24 x 31 x h56 cm

Medidas
Tamanho Largura (cm) Comprimento (cm) Altura (cm)
Padrão 24 31 53
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Classificação

Marca
Designer
Origem Nacional

Uso

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Acompanha o produto Manual de manutenção
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Material

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Material

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Peso 5 kg
Dimensões 40 × 40 × 70 cm
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Sobre dan azvdo
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.