Banco Pequi
madeira em shou sugi ban e latão

R$ 10.127,58

Banco Pequi em shou sugi ban e latão, traduz força, memória e afeto em linhas essenciais, unindo tradição, matéria e design autoral.
  • Memória Afetiva
  • Design Autoral
  • Madeira Maciça

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Dan Azvdo é designer e curador brasileiro cuja prática transita entre o rigor do desenho, a densidade simbólica da matéria e uma leitura crítica da cultura contemporânea. Sua trajetória profissional se constrói a partir de mais de duas décadas de atuação no mercado de design, mobiliário e decoração de alto padrão, onde ocupou posições estratégicas em gestão, curadoria, desenvolvimento de produtos e relacionamento com marcas, arquitetos e designers. Essa vivência consolidada no universo comercial não se apresenta como contraponto ao seu trabalho autoral, mas como base estrutural. É a partir desse domínio técnico, produtivo e mercadológico que Dan desenvolve um design consciente, preciso e profundamente intencional — onde cada escolha formal carrega uma decisão ética, estética e narrativa. Seu trabalho autoral emerge como um processo de escavação: da memória pessoal, das heranças familiares, das matrizes culturais brasileiras e das tensões históricas que atravessam o território. As coleções assinadas por Dan Azvdo não se limitam à função do objeto; elas operam como sistemas simbólicos. Madeira carbonizada, latão, encaixes estruturais aparentes e geometrias contidas tornam-se linguagem — matéria que fala de tempo, resistência, apagamento e permanência. A visão estética de Dan se apoia no silêncio, na contenção e na força do essencial. Influenciado por arquiteturas históricas, saberes ancestrais, pensamento curatorial e processos artesanais, seu design evita o excesso e recusa o ornamento gratuito. Cada peça nasce de uma pesquisa conceitual profunda, onde forma e estrutura são indissociáveis do discurso que sustentam. Como curador, Dan Azvdo atua na construção de narrativas visuais e conceituais, aproximando o design de campos como a arte, a arquitetura, a memória social e a museologia. Seu olhar curatorial orienta tanto exposições quanto coleções, entendendo o objeto como portador de significado cultural e não apenas como produto. No encontro entre mercado e autoria, técnica e poesia, Dan Azvdo constrói um corpo de trabalho coerente e contínuo. Um design brasileiro contemporâneo que não busca respostas rápidas, mas propõe permanência — objetos que existem para além do uso imediato, instaurando presença, reflexão e memória.
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.
SKU: BPCA01 Categoria: Bancos Tags: , ,
Descrição

O Banco Pequi nasce como síntese entre memória, matéria, permanência e consciência. Inspirado na mesma pesquisa conceitual da Mesa Pequi, a peça integra a Coleção Ancestral como um objeto que traduz, em forma essencial, a relação entre território, tempo, afeto e responsabilidade ambiental.

Confeccionado em madeira tratada pela técnica shou sugi ban, o banco carrega na superfície marcada pelo fogo a ideia de transformação, resistência e alerta. O processo de carbonização, além de proteger o material, imprime à peça uma estética profunda, quase mineral, que evoca tanto a passagem do tempo quanto as marcas deixadas pela ação humana sobre os territórios naturais. Aqui, o fogo não é apenas técnica: é símbolo da devastação recorrente do Cerrado brasileiro, bioma historicamente violentado pelo avanço predatório, pelo desmatamento e pela exploração desmedida.

Nesse contexto, o Banco Pequi assume também um caráter de manifesto. Ele se posiciona como objeto de reflexão sobre a fragilidade dos ecossistemas e sobre a urgência de preservar saberes, paisagens e modos de vida ameaçados. O pequi, fruto emblemático do Cerrado, torna-se símbolo dessa resistência: sobrevivente, intenso, profundamente enraizado na cultura popular.

Para Dan Azvdo, o pequi ultrapassa a dimensão simbólica e ambiental. Ele carrega uma memória afetiva profunda, ligada à culinária familiar, às refeições compartilhadas, aos encontros ao redor da mesa e às narrativas transmitidas entre gerações. O aroma, o sabor e a textura do fruto fazem parte de sua formação sensível, compondo um repertório emocional que atravessa sua prática criativa.

Essa afetividade se materializa no desenho do banco. Sua estrutura é rigorosa e equilibrada, revelando a lógica construtiva, os encaixes aparentes e a busca por estabilidade. Nada é oculto. Cada encontro entre planos reforça a honestidade do projeto e o compromisso com a permanência. Assim como na Mesa Pequi, o banco se organiza a partir de uma arquitetura silenciosa, onde forma, função e discurso coexistem.

O latão surge como contraponto sensível à densidade da madeira, trazendo luminosidade contida, precisão e calor. Representa a dimensão humana do projeto: o cuidado, o valor do gesto artesanal, o respeito ao tempo dos processos e à transmissão de conhecimento.

Mais do que um assento, o Banco Pequi é um território simbólico de encontro. Ele convida à pausa, à escuta, à convivência e ao compartilhamento. Atua como suporte físico e emocional para o cotidiano, acolhendo corpos, histórias e memórias. É um objeto que propõe presença, não consumo apressado.

Em diálogo direto com a Mesa Pequi, o banco integra um sistema de peças que constroem uma narrativa coerente sobre pertencimento, ecologia, ancestralidade e responsabilidade. Juntos, formam um conjunto que transforma o ambiente doméstico em espaço de reflexão, afeto e consciência.

O Banco Pequi é, assim, um manifesto silencioso sobre a preservação do Cerrado, sobre a importância da memória familiar e sobre o papel do design como agente cultural. Um objeto que transforma o gesto simples de sentar em experiência sensível, conectando passado, presente e futuro por meio de uma poética material comprometida com a vida.

Informação adicional

Classificação

Marca
Designer
Origem Nacional

Uso

Condições de uso
Frequencia de uso
Região
Faixa etária Adulto (13 anos ou mais)
Manutenção do produto Limpar semanalmente com pano seco para remover acúmulo de impurezas.
Restrições de uso Evitar contato com substâncias ácidas (ex.: vinagre, limão, vinho, acetona), pois podem manchar ou danificar a superfície do produto., Evitar contato com superfícies rugosas, pontiagudas ou de atrito., Evitar quedas, choques ou impactos., Evitar umidade excessiva no produto, secar imediatamente., Não apoiar ou colocar objetos quentes diretamente no produto, Não arrastar objetos duros ou afiados na superfície., Não deixar exposto ao tempo, Não molhar, Não utilizar produtos químicos agressivos, solventes, abrasivos, esponjas ásperas ou álcool, nem métodos de limpeza que possam riscar, manchar ou danificar o acabamento.

Personalização

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Sob encomenda Produto com condição especial de venda. Sem direito a troca ou devolução (Art. 49 e 18 CDC).
Garantia 3 meses (incluindo o prazo legal de 90 dias para bens duráveis)
Assistência técnica Assistência técnica e garantia no endereço da loja indicada no pedido
Estado Novo

Instalação

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Montagem Não necessita montagem.

Material

Material

Embalagem

Peso 15 kg
Dimensões 50 × 50 × 40 cm
Onde encontrar

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Padrão 50 50 40
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Sobre dan azvdo
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.