Cadeira Badé
em madeira carbonizada e latão

R$ 12.200,00

Cadeira Badé: madeira e latão em equilíbrio ancestral. Da Coleção Origem, nasce como força, rito e permanência material. Design autoral brasileiro
  • Cadeira de Jantar
  • Tecnica Shou Sugi Ban
  • Design Autoral Brasileiro

Prazo de encomenda: 60 dias

Simulação de frete

Dan Azvdo é designer e curador brasileiro cuja prática transita entre o rigor do desenho, a densidade simbólica da matéria e uma leitura crítica da cultura contemporânea. Sua trajetória profissional se constrói a partir de mais de duas décadas de atuação no mercado de design, mobiliário e decoração de alto padrão, onde ocupou posições estratégicas em gestão, curadoria, desenvolvimento de produtos e relacionamento com marcas, arquitetos e designers. Essa vivência consolidada no universo comercial não se apresenta como contraponto ao seu trabalho autoral, mas como base estrutural. É a partir desse domínio técnico, produtivo e mercadológico que Dan desenvolve um design consciente, preciso e profundamente intencional — onde cada escolha formal carrega uma decisão ética, estética e narrativa. Seu trabalho autoral emerge como um processo de escavação: da memória pessoal, das heranças familiares, das matrizes culturais brasileiras e das tensões históricas que atravessam o território. As coleções assinadas por Dan Azvdo não se limitam à função do objeto; elas operam como sistemas simbólicos. Madeira carbonizada, latão, encaixes estruturais aparentes e geometrias contidas tornam-se linguagem — matéria que fala de tempo, resistência, apagamento e permanência. A visão estética de Dan se apoia no silêncio, na contenção e na força do essencial. Influenciado por arquiteturas históricas, saberes ancestrais, pensamento curatorial e processos artesanais, seu design evita o excesso e recusa o ornamento gratuito. Cada peça nasce de uma pesquisa conceitual profunda, onde forma e estrutura são indissociáveis do discurso que sustentam. Como curador, Dan Azvdo atua na construção de narrativas visuais e conceituais, aproximando o design de campos como a arte, a arquitetura, a memória social e a museologia. Seu olhar curatorial orienta tanto exposições quanto coleções, entendendo o objeto como portador de significado cultural e não apenas como produto. No encontro entre mercado e autoria, técnica e poesia, Dan Azvdo constrói um corpo de trabalho coerente e contínuo. Um design brasileiro contemporâneo que não busca respostas rápidas, mas propõe permanência — objetos que existem para além do uso imediato, instaurando presença, reflexão e memória.
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.
SKU: CABA01 Categoria: Cadeiras e banquetas Tags: , ,
Descrição

A Cadeira Badé, criada por Dan Azvdo, integra a Coleção Origem como um objeto-manifesto. Mais do que uma peça funcional, Badé nasce como estrutura simbólica: um gesto de retorno às matrizes, aos fundamentos que sustentam a matéria, o corpo e a memória.

Seu desenho parte da ideia de base — aquilo que apoia, sustenta e permanece. As proporções são contidas, precisas, quase silenciosas, mas carregadas de intenção. Não há excesso. Cada linha responde a uma necessidade estrutural e conceitual. A cadeira se apresenta com presença firme, sem buscar sedução imediata. Ela se impõe pelo rigor, pela densidade material e pela honestidade construtiva.

A madeira, elemento central da peça, é tratada como corpo vivo. Suas marcas, veios e variações não são ocultados, mas revelados como parte essencial da narrativa. Em diálogo, o latão surge como contraponto simbólico e técnico: um metal que atravessa o tempo, associado à permanência, à condução de energia e à ancestralidade. Aqui, o latão não atua como ornamento, mas como ponto de tensão e equilíbrio — estruturando, conectando e iluminando o conjunto de forma contida.

A Coleção Origem nasce exatamente desse território conceitual. É uma investigação sobre início, raiz e memória material. Diferente de uma leitura nostálgica do passado, Origem propõe uma arqueologia do presente: revisitar saberes construtivos, técnicas ancestrais e relações simbólicas com os materiais para projetar objetos que resistam ao tempo — estética e conceitualmente.

Dentro da coleção, a Cadeira Badé ocupa um papel fundamental. Ela sintetiza os princípios que orientam todo o conjunto:

– a valorização do fazer manual e da técnica;

– o respeito à matéria em seu estado mais verdadeiro;

– a busca por equilíbrio entre força e silêncio;

– a recusa do efêmero como linguagem.

Badé é uma cadeira que não se explica apenas pelo uso, mas pela experiência que propõe. Ao sentar, o corpo reconhece a solidez. Ao observar, o olhar percebe a tensão entre peso e leveza, entre matéria bruta e precisão formal. É um objeto que convida à pausa, à consciência do espaço e à relação direta com aquilo que sustenta.

Na Coleção Origem, cada peça funciona como um fragmento de um pensamento maior. Juntas, constroem um vocabulário que fala de pertencimento, território e tempo. A Cadeira Badé, nesse contexto, é fundamento — ponto de apoio conceitual e estrutural — reafirmando a linguagem autoral de Dan Azvdo: um design que nasce da matéria, atravessa a memória e se projeta como legado.

Informação adicional

Classificação

Marca
Designer
Origem Nacional
Ambiente

Uso

Condições de uso
Frequencia de uso
Região
Faixa etária Adulto (13 anos ou mais)
Manutenção do produto Limpar semanalmente com pano seco para remover acúmulo de impurezas.
Restrições de uso Este produto não é um brinquedo; crianças devem utilizá-lo sob supervisão de um adulto., Evitar contato com substâncias ácidas (ex.: vinagre, limão, vinho, acetona), pois podem manchar ou danificar a superfície do produto., Não utilizar produtos químicos agressivos, solventes, abrasivos, esponjas ásperas ou álcool, nem métodos de limpeza que possam riscar, manchar ou danificar o acabamento.
Peso máximo suportado até 110 kg

Personalização

Aceita Material?
Sob Medida

Condições de venda

Sob encomenda Produto com condição especial de venda. Sem direito a troca ou devolução (Art. 49 e 18 CDC).
Garantia 3 meses (incluindo o prazo legal de 90 dias para bens duráveis)
Assistência técnica Assistência técnica e garantia no endereço da loja indicada no pedido
Estado Novo

Instalação

Acompanha o produto Sem adicionais
Montagem Não necessita montagem.
Tempo de montagem Produto entregue montado

Material

Material

Embalagem

Peso 5 kg
Dimensões 50 × 50 × 80 cm
Onde encontrar

Entre em contato com o showroom para confirmar a disponibilidade do produto.

Guia de tamanho
Tamanho Largura (cm) Comprimento / Profundidade (cm) Altura / Espessura (cm)
Padrão 45 45 75
Reviews (0)

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Seja o primeiro a avaliar “Cadeira Badé em madeira carbonizada e latão”

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Perguntas e Respostas

Perguntas e Respostas

You are not logged in

Sobre dan azvdo
Dan Azvdo é um estudio de design autoral brasileiro que nasce do encontro entre matéria, memória e pensamento curatorial. Sua produção não se limita à criação de objetos, mas à construção de um discurso onde forma, técnica e significado operam de maneira integrada. Cada peça é entendida como um território de investigação — um lugar onde o design se torna linguagem cultural. A marca se estrutura a partir de uma visão autoral clara e madura, na qual o desenho é consequência direta da pesquisa. Não há gestos aleatórios ou soluções decorativas: tudo parte de uma lógica construtiva rigorosa, atenta ao comportamento dos materiais, ao tempo do fazer e às narrativas que atravessam o objeto. O resultado são peças de presença silenciosa, que se impõem não pelo excesso, mas pela densidade conceitual e pela precisão formal. A madeira ocupa papel central nesse vocabulário. Frequentemente transformada por processos como a carbonização, ela surge como matéria viva, portadora de memória, marcada pelo fogo, pelo trabalho manual e pelo tempo. O latão aparece como contraponto simbólico e estrutural — elemento de permanência, tensão e brilho contido. Essa relação entre materiais constrói um equilíbrio constante entre força e delicadeza, opacidade e reflexão, peso e leveza. O desenho da marca valoriza a clareza estrutural. Encaixes aparentes, soluções construtivas honestas e proporções bem resolvidas fazem parte de uma estética que privilegia a lógica do objeto. Cada detalhe existe porque é necessário. Cada linha sustenta um raciocínio. Cada peça revela, sem excessos, o pensamento que a originou. As coleções de Dan Azvdo se organizam como capítulos de uma pesquisa contínua. Ancestral investiga heranças afetivas, memória familiar e saberes transmitidos. Origem aprofunda o diálogo entre fogo, transformação e permanência. Meios volta o olhar para os processos, os intervalos e as estruturas invisíveis que sustentam a forma. Já Ouro Preto nasce de uma imersão em Minas Gerais e propõe uma leitura do território a partir da arquitetura, da técnica construtiva e dos saberes históricos que moldaram a cidade, entendida como um sistema intelectual e material complexo. A produção da marca valoriza processos artesanais aliados à precisão técnica. O tempo do fazer é respeitado, assim como os limites e as potencialidades de cada material. Não há atalhos industriais que comprometam o gesto autoral. Cada objeto carrega a marca do trabalho consciente, do encaixe preciso e da decisão cuidadosa. Dan Azvdo se posiciona no mercado de design contemporâneo como uma marca que compreende o mobiliário para além da função. Seus objetos são pensados para habitar espaços, mas também para provocar reflexão, instaurar presença e construir permanência. São peças que dialogam com arquitetos, designers e colecionadores que reconhecem no design um campo de cultura, pensamento e identidade. Mais do que apresentar produtos, a marca propõe um repertório. Um design que não busca seguir tendências, mas consolidar linguagem própria. Um design que entende que inovação não está apenas na forma, mas na maneira como o passado, o território e a matéria são elaborados com consciência. Dan Azvdo é, antes de tudo, uma marca que transforma memória em estrutura e pensamento em objeto.